
Saúde
Teste da orelhinha: ouvir cedo para cuidar no tempo certo
Desde 2010, hospitais e maternidades devem oferecer gratuitamente a triagem auditiva aos recém-nascidos.
Imagem ilustrativa criada com IA
A triagem auditiva neonatal ajuda a identificar bebês que precisam de avaliação mais detalhada e acompanhamento.
Audição e desenvolvimento
Ouvir participa do desenvolvimento da linguagem, da comunicação e dos vínculos. Alterações auditivas podem não ser percebidas apenas pela observação cotidiana, especialmente nos primeiros meses.
Obrigatório e gratuito
A Lei nº 12.303, de 2010, tornou obrigatória e gratuita a realização do exame de emissões otoacústicas evocadas em hospitais e maternidades nas crianças nascidas nesses estabelecimentos. O exame ficou conhecido como teste da orelhinha.
Triagem não é diagnóstico
O resultado indica se o bebê passou ou precisa repetir ou aprofundar a avaliação. Um resultado alterado pode ocorrer por diferentes razões e não confirma, sozinho, perda auditiva. O encaminhamento e o prazo informados pela equipe devem ser seguidos.
Rede necessária
A lei garante a triagem, mas o benefício depende de continuidade: reteste, diagnóstico, acompanhamento e intervenção quando necessária. Famílias devem receber explicações claras e registro do resultado.
Destaques
- 2010 — obrigatoriedade legal da triagem auditiva neonatal
Pergunte sobre o teste ainda na maternidade. Se não foi realizado, procure a unidade de saúde o quanto antes e siga os encaminhamentos. Leve a caderneta da criança.
Fontes consultadas (2)
- Presidência da República — Lei nº 12.303 — 2010.
- Ministério da Saúde — diretrizes de atenção à triagem auditiva neonatal — consulta editorial.
Atualizado em 21 de setembro de 2026
