
Saúde
Fitoterápicos no SUS: tradição, pesquisa e uso responsável
A política de 2006 organizou pesquisa, produção e uso seguro de plantas medicinais e fitoterápicos no sistema público.
Imagem ilustrativa criada com IA
A política nacional busca transformar conhecimento sobre plantas medicinais em acesso seguro, com qualidade e orientação.
Conhecimento antigo, responsabilidade atual
Plantas medicinais fazem parte da vida de muitas comunidades. Esse uso tradicional pode orientar pesquisas e práticas de cuidado, mas não elimina riscos de dose inadequada, interação com medicamentos, contaminação ou identificação errada da planta.
A política nacional
O Decreto nº 5.813, de 2006, aprovou a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Ela articula pesquisa, cadeia produtiva, biodiversidade, conhecimento tradicional, regulação sanitária e acesso no SUS.
Natural não quer dizer inofensivo
Fitoterápico é um produto obtido de matéria-prima vegetal com requisitos de qualidade e indicação definida; não é sinônimo de qualquer chá ou receita caseira. Gestantes, crianças, idosos e pessoas que usam outros medicamentos precisam de atenção especial. O uso deve ser informado à equipe de saúde.
Oferta varia no território
Municípios podem organizar hortos, farmácias vivas, dispensação de produtos e práticas educativas, conforme capacidade e normas. A política cria diretrizes nacionais, mas não garante que todos os fitoterápicos estejam disponíveis em toda unidade.
Destaques
- 2006 — aprovação da política nacional
Pergunte na Unidade Básica de Saúde se o município oferece plantas medicinais, Farmácia Viva ou fitoterápicos. Não interrompa tratamentos nem combine produtos sem orientação profissional.
Fontes consultadas (2)
- Presidência da República — Decreto nº 5.813 — 2006.
- Ministério da Saúde — Política e Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos — consulta editorial.
Atualizado em 21 de setembro de 2026
